sábado, 21 de julho de 2012

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As sementes que você plantou no solo semi-árido da minha ignorância florescem a curtos e incertos passos.
O sonho da perfeita dissonância não é apenas fruto da pressa e sim, produto da arte extrínseca, da arte espremida, calculada gota a gota! Deixa-nos dispnéicos pálidos e tontos! Faz todo e ao mesmo tempo, nenhum sentido. Memória que sonha por um abrigo! 
 Pois nao ha tempo nem espaço; chegamos ao limite ! 
Há um limite? Há energia, muita energia escura em expansão, pronta para implodir o que lhe é externo ! Vestir o universo do avesso, com a branca cor do recomeço! Com as nada cândidas erupções estelares... Com o louco do Newton achando que o espaço é estático, e o louco do Einstein achando o contrário e o pior, ambos estando certos em seus universos paralelos. E continuamos ignorantes.

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