quarta-feira, 15 de setembro de 2010

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"(...) é bom ser enfático, uma ou outra vez, para compensar este escrúpulo de exatidão que me aflige." M.A.

: história da minha vida, cada instante de exatidão implicando na minha aflição, momento da poesia, do exagero, da loucura é a manifestação da minha concreta existência limitada pela insanidade da realidade.

domingo, 12 de setembro de 2010

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Escrita

Quando se quer escrever, qualquer coisa é um pretexto.
O lápis se torna o mais magnífico instrumento de criação e é
a apoteose do sentimento de liberdade, humildade e aprendizagem.
O caderno então! nem se fala... cada folha uma idéia que desencadeia
novas idéias, novos lugares, outras histórias, novos continentes, por
fim outras insanas realidades!

O vazio da folha em branco...

A profundidade ou superficialidade da folha escrita.

A frustração da poesia!
Até a mais estúpida pedra é inesgotável fonte de idéias!
Até o chão que nós pisamos tem suas marcas históricas,
a folha seca e quebradiça
é o símbolo dos ciclos de permanência e evolução da vida.
O galho velho é a representação do início da vida estéril.
Será que...?
Será que tudo tem uma história?

Será que a mente mais fraca é capaz de conceber as realidades mais pesadas?
E a mente mais forte de criar as crueldades mais disformes?

15/06/10