sábado, 4 de junho de 2011

o que se escreve ouvindo :

Porcupine Tree - Oceans Have No Memories


Meu olhar se espraia pela paisagem desolada
as cores se fundem na vida mascarada,
são sentidas em cada nuance,
por quem só existe para aquele instante.

E para quem existe só em alguns instantes
nada tem sentido, tudo é irrevelante.
Tudo passa como realidade distante.

Pra que a arte ou a beleza?

Pra nada.

Funcionalidade nunca deve ser objetivo.
e a beleza da arte se sobrepõe ao restrito,
mundo 'prático' onde o sentir é estático

A subjetividade é a objetividade nua.
A ciência é a subjetividade,
então a crença pode ser a verdade?

Por fim tudo se torna o sofisma conceitual de realidade.