segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Escrita

Quando se quer escrever, qualquer coisa é um pretexto.
O lápis se torna o mais magnífico instrumento de criação e é
a apoteose do sentimento de liberdade, humildade e aprendizagem.
O caderno então! nem se fala... cada folha uma idéia que desencadeia
novas idéias, novos lugares, outras histórias, novos continentes, por
fim outras insanas realidades!

O vazio da folha em branco...

A profundidade ou superficialidade da folha escrita.

A frustração da poesia!
Até a mais estúpida pedra é inesgotável fonte de idéias!
Até o chão que nós pisamos tem suas marcas históricas,
a folha seca e quebradiça
é o símbolo dos ciclos de permanência e evolução da vida.
O galho velho é a representação do início da vida estéril.
Será que...?
Será que tudo tem uma história?

Será que a mente mais fraca é capaz de conceber as realidades mais pesadas?
E a mente mais forte de criar as crueldades mais disformes?

15/06/10

2 comentários:

Thiago disse...

Poxa... eu já, me sinto preso dentro de mim praticamente o tempo todo, nunca é facil escrever pintar, tocar, falar... seja lá qual for a forma de expressão.
Por mais que o que eu sinta e pense seja perfeitamente claro pra mim, é sempre mto dificil tornar isso real, palpável. Afinal de contas acabo de pensar e acho que n correspondo as minhas expectativas. =D

Clarissa disse...

Quando o sentimento/ideia se concretiza,
ele já não é mais o mesmo. Expressão é uma viagem contra o que se sente.