A conversação é uma das formas mais interessantes de adquirir informações, sejam elas úteis ou inúteis. Com nossos amigos nos identificamos, com nossos pais nós crescemos, com os mais velhos aprendemos, com os mais novos ensinamos, com os tristes consolamos, com os alegres compartilhamos, com os indiferentes refletimos e com os empolgados nos calamos. Mas a emoção da identificação ainda é, para mim, a mais curiosa maneira de sentir e pensar: é fantástico ouvir de alguém a mesma que coisa que se passa em sua mente... não porque vem de você, e sim porque é referente a 'nós'. Perceber o mundo,ter opiniões, achar graça em certas coisas, apreciar aquele trecho da música, ressaltar aquele aspecto do livro,admirar aquela cor na pintura. Isso é incrível, mostra que a sua idéia não é insignificante, que não há abstração que você faça, que ninguém compreenda, que não há palavras soltas no seu texto, e nem sentimentos perdidos no mundo, e no momento em que esses ideais/sentimentos se encontram, percebemos a coerência das relações sociais e seus lógicos desdobramentos... nos ensinando a nos calar, ou nos expressar nos momentos oportunos. E essa empatia/identificação ocorre indiscriminadamente,do bêbado caído na rua ao presidente da república, e essa é a minha história e também a sua. [rima: yô!]
sexta-feira, 2 de julho de 2010
Conversação/Identificação
A conversação é uma das formas mais interessantes de adquirir informações, sejam elas úteis ou inúteis. Com nossos amigos nos identificamos, com nossos pais nós crescemos, com os mais velhos aprendemos, com os mais novos ensinamos, com os tristes consolamos, com os alegres compartilhamos, com os indiferentes refletimos e com os empolgados nos calamos. Mas a emoção da identificação ainda é, para mim, a mais curiosa maneira de sentir e pensar: é fantástico ouvir de alguém a mesma que coisa que se passa em sua mente... não porque vem de você, e sim porque é referente a 'nós'. Perceber o mundo,ter opiniões, achar graça em certas coisas, apreciar aquele trecho da música, ressaltar aquele aspecto do livro,admirar aquela cor na pintura. Isso é incrível, mostra que a sua idéia não é insignificante, que não há abstração que você faça, que ninguém compreenda, que não há palavras soltas no seu texto, e nem sentimentos perdidos no mundo, e no momento em que esses ideais/sentimentos se encontram, percebemos a coerência das relações sociais e seus lógicos desdobramentos... nos ensinando a nos calar, ou nos expressar nos momentos oportunos. E essa empatia/identificação ocorre indiscriminadamente,do bêbado caído na rua ao presidente da república, e essa é a minha história e também a sua. [rima: yô!]
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2 comentários:
arrepiei =)
*-*
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